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Loja recebe intenso movimento em bairro afastado de Taubaté

  • 24 de set. de 2015
  • 2 min de leitura

Tecidos de algodão para artesanato, com uma variedade de aproximadamente duas mil estampas

O estabelecimento Ophicina das Artes localizado no bairro Parque Sabará, poderia ser classificado como um bazar qualquer, mas o movimento intenso durante os últimos anos aumentou significativamente devido aos cursos, ótimo atendimento e preço baixo.

A dona da loja Denilda Aparecida conta que abriu a loja há 7 anos e que começou a investir apenas em papel de decoupage e algumas tintas e pincéis. Ela sabia que era necessário ter conhecimento do que estava planejando e investindo. “Antes de abrir a loja, fiz curso de artesanato, então você precisa saber com o que vai trabalhar. Na minha área conheço de tudo um pouco.” Comenta.

A comerciante não parou por aí, depois de começar a vender bem, ela investiu em mais materiais para artesanato e principalmente em tecidos. “Depois de dois anos, o pessoal começou a pedir mais coisas então houve uma demanda maior.” Disse Denilda. Outro atrativo são os cursos de artesanato lecionados no próprio lugar. “As alunas pagam o curso, compram o material a parte e escolhem o que querem fazer. Elas gostam de ter essa liberdade.”. As aulas ajudaram muitas alunas e clientes. A aluna Valquíria Labinas conta que o que mais a atraiu na loja foi a diversidade de tecidos, ela faz os cursos há 3 anos e hoje em dia é professora de artesanato. “Você encontra de tudo aqui e a diferença dessa loja para as outras, até mesmo do centro da cidade, é o preço e a qualidade” comenta.

Para obter mais sucesso, Denilda também investiu na página do facebook: Ophicina das Artes e começou a postar todas as novidades e promoções da loja. “Quis atrair mais clientes não só do bairro, mas de toda a cidade, e foi então que percebi que o movimento começou a realmente aumentar.”

Hoje em dia, a maioria dos artesãos da cidade conhecem a “Loja da Nilda”. Sabem que lá, encontram muitas opções e por um preço muito acessível. Até mesmo artesãos de outras cidades como Santo Antônio do Pinhal e Lorena frequentam o local. O Economista e Doutor em estatística, Luiz Carlos Lauriano da Rosa afirma: “Pensando pelo lado social é ideal vender os produtos por um preço mais acessível, então dessa forma, você vende mais. Então o lucro obtido é na quantidade de produtos e se você ganha na quantidade, você vai gerar empregos. A ideia é essa.”.

“O movimento não para e toda hora temos que atender alguém”, comenta a lojista feliz diante do grande fluxo de pessoas. Apenas no último ano, ela precisou contratar mais três funcionárias. “Eu abri a loja na cara e na coragem”, finaliza.


 
 
 

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