Desvendando um pouco dos mistérios ciganos
- 24 de set. de 2015
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Apresentação de Elis Oliveira, Luana Shahira, Cris Sant'anna e Patty Vanelly na festa temática Cigano Árabe
Em algum lugar da cidade, pode-se encontrar uma moça com saias longas e roupas coloridas, disposta a ler sua sorte em troca de algumas moedas. O olhar torto, muitas vezes, é lançado em direção à mulher. O estereotipo criado em torno dos ciganos, pode bater a porta, mas não se deixe levar por ele.
A Cultura Cigana, geralmente, é vista como restrita; desconhecida por muita gente. “Hoje, os maiores divulgadores da cultura cigana são os cajôs, os não ciganos. Nós que divulgamos a cultura. E os ciganos nos agradecem por isso”, frisa a professora de dança cigana Elaine de Souza, mais conhecida como Luanara Shahira, que já dança há 15 anos e é dona da escola Mística Kitana.
A Etnia Cigana gira em torno à família, do companheirismo, da ligação com os elementos da terra e do ar. “O que me atrai neles é gratidão. Eles são pessoas sérias, sempre estão com a família. É um por todos e todos por um”, ressalta Patrícia Vanelli, que é dançarina há cinco anos.
Em Taubaté, a festa O Caminho dos Ventos, organizada pela Hórus Eventos, consegue aproximar o costume desse povo com os leigos, rompendo muitos tabus que estão ligados aos ciganos. “Nós divulgamos a parte bonita da cultura cigana, mas não levamos a festa para os ciganos mesmo. 5% das pessoas da festa são ciganos realmente”, informa Cristiane Sant’anna, dona da Hórus e dançarina de dança cigana há 10 anos.
A dança, geralmente, é o que mais atrai as pessoas a conhecerem o mundo cigano. Na dança, os ciganos procuram se movimentar com a alma, com sentimentos. A Patty Vanelli contou o que a levou a dançar “A liberdade, a leveza, o pé no chão”.
Mais informações sobre esse povo cheio de mistérios pode ser visto em: http://ciganosopovoqueveiodooriente.blogspot.com.br/

A dança cigana é vista com docura, graciosidade. A dança deve ser feita com emoção e sensibilidade.

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